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Tectónica de Placas

TECTÓNICA DE PLACAS


Existem 6 grandes placas tectónicas:
-América
-África
-Eurásia
-Índia
-Pacifico
-Antártica


As placas flutuam sobre o manto basáltico movendo-se ,designando-se de Deriva Continental.
Alfred Wegener afirmava que no início todos os continentes estavam unidos num só único continente designado de Pangea. Estes foram fragmentando e imigradando para as posições actuais. 
A crusta por sua vez é consumida/gasta constantemente nas Zonas de Subducção onde as placas se sobrepõe umas nas outras, fundindo com o manto sendo as dorsais oceânicas  umas das zonas mais instáveis.


Reflexão:Apesar de se compreender da crusta tal naõ justifica a existência dos movimentos horizontais da mesma. Alfred Wegener não tinha provas nem material tecnológico para se verificar tal argumento e detectar esse afastamento indicada por ele.


Vídeo de explicaçao :http://www.youtube.com/watch?v=8Pnd4iMeIII


Link:http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=74005

Escala do tempo Geológico


Combinando técnicas de datação absoluta e de datação relativa, os geólogos determinaram a sequência cronológica dos acontecimentos que marcaram, ao longo dos tempos, a história da Terra. A partir desta sequência construíram aescala de tempo geológico.
A escala dos tempos geológicos está organizada em quatro grandes categorias hierárquicas de unidades de tempo: eons, eras, períodos, e épocas, sendo o eon a unidade maior.
A escala do tempo geológico tem várias divisões com diferentes amplitudes. Entre essas divisões situam-se as Eras.

Os Eons encontram-se acima das Eras.
As Eras encontram-se divididas em unidades menores chamadas períodos, cujos se subdividem em épocas.








Reflexão:


Esta escala reúne o trabalho de várias gerações de geólogos, pois foi baseada essencialmente na datação relativa das rochas e informações recolhidas em afloramentos por todo o mundo. Assim, podemos afirmar que cada intervalo nesta escala está correlacionado com um conjunto de rochas e fósseis característicos.

Link : http://biogilde.files.wordpress.com/2008/11/escala_tempo_geologico_portoeditora_1.png

Gastornis giganteus


Gastornis é um gênero extinto de aves gruiformes que não podiam voar, que são conhecidas popularmente como aves do terror.
G. giganteus atingia 2,2 metros de altura, sendo  o seu crâneo  70 centímetros. Os seus fósseis foram encontrados nos estados de Nova JerseyNovo México e Wyoming (todos nos EUA).
Foi batizado em homenagem ao francês Gaston Planté, que encontrou o primeiro fóssil em 1855, em Geiseltal, Alemanha.
Alimentava-se principalmente de pequenos mamíferos, os quais abatia com golpes  fortes com os pés ou com o seu  bico afiado.


Reflexão:
Podemos ver que depois de tantos M.a o Gastornis é muito semelhante a um dinossauro sendo este do Paleontológico da Era Cenozóica.

Paleogénico / Paleogeno





Na escala de tempo geológico, o Paleogénico ou Paleogeno é o período da era Cenozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 65 milhões e 500 mil e 23 milhões e 30 mil anos atrás, aproximadamente. O período Paleogeno sucede ao período Cretáceo da era Mesozóica de seu éon e precede o período Neogeno de sua era. Divide-se nas épocasPaleocenaEocena e Oligocena, da mais antiga para a mais recente.




Reflexão:
Apresentamos o Início da Era Cenozóica, sendo-nos proposto um trabalho de pesquisa sobre O Tempo Geológico (Paleogénico). Onde iremos apresentar aos colegas de turma em formato   tecnológico (PowerPoint).

Libelinha pousou no Geopark Arouca

A exposição “A Biodiversidade no Paleozóico” encontra-se completa com a junção das duas últimas representações de seres que viveram na Era Paleozóica – o cefalópode e libélula gigantes. 

O Orthoceras, cefalópode gigante, que pode ser comparado às lulas actuais, podia atingir os 2 metros de comprimento e veio enriquecer o período Ordovícico, já representado pela trilobite da espécie Ogyginus forteyi. Por seu lado, a Meganeura, representativa do período Carbónico, tratava-se de uma libélula gigante, podendo com a sua envergadura atingir cerca de 1 metro de comprimento.

Tema 2: A medida do Tempo e a História da Terra

Princípios Litostratigráficos fundamentais


Princípio da Sobreposição- em 1669, Nicolaus Steno enunciou que, numa dada sequência estratigráfica, os estratos que se encontram no topo são mais recentes que aqueles que estão na base. Deve ser aplicada com precaução,uma vez que em terrenos que experimentaram fenómenos de deformação, como dobras e falhas.







Princípio da Horizontalidade-igualmente proposto por Steno, determina que os sedimentos que estiveram na origem dos estratos são depositados, em regra, segundo camadas horizontais.






Princípio da Intersecção- um filão ou uma intrusão magmática é sempre posterior ás formações rochosas que atravessa.




Princípio da Continuidade Lateral-um estrato tem sempre a mesma idade ao longo de toda a sua extensão, independentemente da ocorrência da variação horizontal de fáceis. Uma camada limitada por uma muro e por um tecto e definida por uma certa fáceis tem a mesma idade ao longo de toda a sua extensão lateral.




Link:  http://www.google.pt/images?hl=pt-pt&biw=1280&bih=666&gbv=2&tbs=isch:1&sa=1&q=principios+sobreposicao&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=


Reflexão:
Através de princípios básicos, os geólogos conseguem interpretar os estratos sedimentares e conhecer as histórias que estes albergam, nomeadamente sobre formas de vida do passado da Terra e também sobre os grandes conhecimentos geológicos!
A 24 de Novembro comemora-se, todos os anos, o Dia Mundial da Cultura Científica. Durante a semana de 22 a 26 de Novembro de 2010, e em pleno Ano Internacional da Biodiversidade, a AGA – Associação Geoparque Arouca promove a Semana da Cultura Científica 2010, este ano dedicada à vida existente no passado do nosso planeta. Neste sentido, o Museu Municipal de Arouca estará, durante uma semana, de portas abertas para a Ciência, à comunidade escolar dos Jardins-de-Infância, 1ºCiclo e 2ºCiclo do Ensino Básico e Ensino Secundário da área do Arouca Geopark e terão a oportunidade de beneficiar de uma visita guiada, gratuita, à exposição “A Biodiversidade no Paleozóico”


Link: http://www.geoparquearouca.com/?p=home

Insectos fossilizados «contam» nova história geológica da Índia

A descoberta de um grande depósito de âmbar com insectos fossilizados, na Índia, pode vir a reverter a teoria de que este país foi, há 50 milhões de anos, um subcontinente insular.

Num estudo publicado na revista "Proceedings of The National Academy of Sciences", investigadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, explicam que a biodiversidade da região não evoluiu isoladamente.

Os cientistas, liderados por Jes Rust, extraíram 136 quilos de âmbar de depósitos com 50 milhões de anos, encontrados na região de Cambay, no oeste da Índia. Conseguiram identificar um elemento químico característico da resina produzida por uma espécie de árvores tropicais da região, o que os leva a acreditar que a Índia era menos isolada do que se acreditava até agora.



Link: http://www.cienciahoje.pt/1002